DJ Set na Re-Turn no Clube A Lôca nesta quarta (1/8)

Confirme a sua presença aqui

 

 

Anúncios

Promoção: Ganhe pares de VIPs para o Cio no Lions

Nesta quarta (16/05) tem mais uma edição do clássico Cio. O line desta edição traz quatro figuras com cases que tem muita história pra contar na noite underground paulista. Magal, Luís Depeche, Julião e Hero Zero

Não faltarão clássicos da house e electro nesta animada noite no meio da semana. E o Discoteca Kamikaze leva 5 felizardos pra curtir totalmente Free.

Deixe um comentário com e-mail aqui, ou na fanpage do Facebook. No dia do evento, mandarei mensagens para os ganhadores. Boa sorte.

Assista “Tapes and Money” do Totally Enormous Extinct Dinosaurs

Orlando Higginbottom, mais conhecido pelo seu alter-ego Totally Enormous Extinct Dinosaurs, é um produtor musical que passeia pela house, electro e algumas experimentações provocando um cataclisma sonoro moderno que caiu nas graças tanto do público indie, como até do mais xiita da música eletrônica.

Ele é uma das atrações do segundo (e concorrido) dia do festival Sónar, que acontece nos dias 11 e 12 de maio na capital paulista com apresentações de Justice, Mogway, James Blake, Bjork & Ryuichi Sakamoto.

Abaixo, assista o vídeo dirigido por David Terranova com direito a uma apresentação colorida e performática.

Conheça o Quick White Fox

Mais uma boa surpresa da cena nacional para fechar bem esse ano musical. O Quick White Fox  vem da escola das boas bandas que praticam a mistura de indie, pop e eletrônico em seu cardápio sonoro.

Formado por Naomi (Vocal/Guitarra), Gean (Guitarra/Baixo), Debs (Teclado/ Backing) & Mel (Bateria/ Backing), o quarteto curitibano começa a dar as caras tanto no cenário virtual, como no circuito de casas independentes batalhando para ser ouvido por um público ainda maior.

As simpáticas Mel e Naomi conversaram comigo via e-mail:

1 – Onde e como nasceu o grupo?

Naomi: O Quick White Fox nasceu em Curitiba, no início de 2011. Eu e a Mel (batera) já tínhamos tocado juntas em outra banda e decidimos começar um novo projeto. Trocamos umas bases no final do ano passado, mas logo percebemos que iríamos precisar de mais integrantes. Daí ela chamou o Gean, pra tocar guitarra e eu chamei a Debs (minha irmã) pra tocar baixo. Hoje a Debs toca sintetizador e o Gean toca baixo, além da guitarra.

2 – A escolha em cantar e ter um nome em inglês foi primordial?

Naomi: Olha, na verdade, não sei fazer de outra forma. Cresci ouvindo mais música em inglês e parece que é assim que as minhas devem soar, sabe? Já tentei compor alguma coisa em português, mas ficou muito ruim, vergonhoso até… Ao vivo, arriscamos uma frase ou outra, porque realmente fica legal. Mas, por enquanto, não rola. Quanto ao nome, lembro que a gente queria algo bem simples, de uma só palavra, para que as pessoas lembrassem com maior facilidade. Fizemos uma enorme lista, inclusive com nomes em português, ou nomes que fossem bilíngües, e por votação foi escolhido Quick White Fox… Acho que simpatizamos com ele!

Mel: Acreditamos que podemos ter um alcance maior da nossa música uma vez que o inglês é um idioma mundialmente falado. Tem até gente de fora curtindo nosso som!

3 – Normalmente, o quê inspiram as composições de suas faixas?

Naomi: pensamentos randômicos sobre uma determinada situação, história, momento, conselhos, angústias, sonhos, alguma coisa que eu li ou vi ou que alguém me disse e por aí vai. É difícil não ser introspectiva nessa hora. Sou extremamente tímida, acho que o que eu não consigo falar pras pessoas, falo pras minhas músicas.

4 – Quais são as suas principais referências?

Naomi: Todos na banda trazem suas próprias referências, e acho que isso é que torna as composições mais interessantes. Não temos uma linha a seguir, nem gostamos muito de definir o nosso som, é mais fácil deixar isso pra quem ouve. Se for pra citar, acho que para cada música utilizamos uma referência chave… já tentamos The Cars, Gwen Stefani, Metronomy, Miami Horror, Alphabeat… no último ensaio rolou até versões à la Iron Maiden e Rage Against the Machine!

Mel: Concordo com a Naomi, acho que não dá para definir muito nosso som até pela variedade de referencias que vão de Pop e eletrônico até black music… Viemos de lugares diferentes e acho que isso influencia nas referências musicais de cada um.

5 – O EP de vocês teve destaque há pouco tempo no site da Trama, como o público virtual tem reagido à suas músicas?

Naomi: pois é, o lance da Trama nos pegou de surpresa! Saí dando pulos pela sala! Ficamos mais felizes ainda com a galera compartilhando o link! É uma bola de neve, no bom sentido. Acho incrível quando as pessoas adicionam, curtem, entram em contato com a gente, por causa do nosso som… achava que era tudo jabá.

Mel: Pois é, a gente consegue mensurar bastante as reações do público pelas redes sociais. Tem muita gente curtindo nossa página no Facebook, nos seguindo no twitter e postando quais músicas gostam mais. Teve até post falando que nosso som é legal de ouvir em domingo de sol, para fazer faxina, para desestressar… rs…

6 – Como anda a cena de Curitiba? Quais artistas valem uma audição?

Mel: Digamos que com o Copacabana Club e com a Banda mais bonita da cidade, voltaram as atenções para cá…

Naomi: da cena independente de Curitiba recomendo: Mistinguett Live, Audac, Our Gang e Uh La La.

A nostalgia do Outrunners

The Outrunners (dupla formada pelos produtores Stephen Falken & Pierre de La Touche) lançou no ano passado seu EP “Running for Love and Money” que continha a bacana faixa retrô-futurista “Diamonds“.

A faixa ganhou alguns clipes contendo cenas de comerciais, cartoons e filmes cult da década de 1980. Um dos mais legais, foi produzido pela “equipe” do blog TNUC.

Assim como o Valerie, a página presta homenagem a artistas do passado e seus sucessores que bebem da mesma fonte. Tentem ver quantas cenas vocês conseguem identificar.