Sexta tem Nossa! no Squat 15/3

602180_605425916138000_223890135_n

No coração da capital, o Squat Bar presta homenagem ao mix de culturas urbanas de todo mundo através de seu cardápio, decoração, e, como num “squat” europeu, o clima é de festa e bons amigos. Nesta semana, o renomado bar-balada lança a festa Nossa! com uma proposta musical retrô e abrangente, a noite surge com a promessa de ser a melhor nova opção para os descolados no roteiro de pré-baladas de São Paulo.

Serviços:

Squat Bar 

Estreia festa Nossa!

Sexta-feira, 15/3, a partir de 22h

Atrações: DJ Bezzi, Felicio Marmitex (sets especiais de disco, soul, funky, grooves, indie, house nu-disco)

Preços: Sem Lista – Mulher 25/60 consumação e Homem 30/60 consumação

Com Lista – Homem e Mulher – 20,00 entrada / 40,00 consumação

Para desconto, enviar nomes completos até 18h: djbezzi@gmail.com

Endereço: Al. Itu, 1548, Jardim Paulista, São Paulo, SP

Telefone: (11) 3081-4317

Serviços: Pista de Dança, Ar Condicionado, Área para Fumantes, Tv, Acesso para Deficientes, Serviço de Estacionamento, Aceita Cartão, Restaurante, Trabalha com Reserva.

Anúncios

A volta da Benzetacil

É verdade. A festa Benzetacil vai voltar. Dessa vez deixamos o Baixo Augusta e migramos para a Barra Funda no simpático clubinho Lebowski (totalmente influenciado pelo filme cult dos anos 90).

Os residentes continuam sendo eu e o inquieto Rogério Real. Também teremos o reforço do jornalista musical Raul Ramone do site Move That Jukebox e da novata Jana Ramassoti (ex-aluna deste que vos escreve do curso Diskoteka Kamikaze na Beatmasters).

A proposta da noite continua sendo freestyle mesclando indie, novidades, clássicos, soul, trilhas e sons exóticos.  Voltamos no dia 6/7.

Anotem e venham tomar uma dose conosco.

Confirmem a sua presença em nosso evento no FB.

Freedom 90´s VS. Crush nesta sexta (01/06) no Lab Club

 

LISTAS: freedom90party@gmail.com (até sexta às 20h00)

+INFOS

DJ SET FREEDOM 90´S

Entrevista: Benjamin Ferreira

Com uma notável trajetória nos decks, o paraense Benjamin Ferreira batalhou seu “lugar ao sol” na concorrida noite de São Paulo. Munido de um repertório que vai de clássicos da disco a novas tendências da house music, Benja (como é chamado pelos amigos) consegue deixar um ar sofisticado em seus sets, mesmo quando dispara algum hit dançante considerado kitsch há alguns anos atrás.

Atuando tanto em suas residências (Poperô, Boogie Nights e Ursound) como no projeto Boogie Central, o DJ esbanja simpatia por onde passa e agrega uma nova leva de fãs sedentos por uma boa pista.

Tive uma esclarecedora conversa com essa figura:

1 – Desde seu início de carreira aos dias de hoje, quais são as maiores dificuldades que você presenciou na profissão DJ.

Primeiro, no fim dos anos 90, era difícil achar algum lugar pra tocar. Resolvi me juntar com meus amigos para fazer festas e assim nasceu o Coletivo Cotonete. Começamos devagar, e algum tempo depois estávamos fazendo festas para milhares de pessoas, mas lá por 2004 as coisas começaram a ficar complicadas. Um dos momentos mais difíceis foi quando precisei vender meus toca-discos para pagar dívidas de uma festa.

2 – Como era a cena eletrônica em Belém do Pará antes de toda popularização de tecnobrega e afins?

Antes mesmo do surgimento da house, a cena de dance music em Belém era muito forte. Havia clubes e DJs de periferia no início dos anos 80 que arrastavam multidões tocando funk, boogie, disco. Povão ouvindo Gino Soccio, Shalamar, Prelude Records. Era lindo. Quando as aparelhagens surgiram, também na periferia, mas no fim dos anos 80, sempre havia um espaço para house. Eu lembro porque nasci e me criei na periferia e, mesmo moleque, vivenciei um pouco desse surgimento. Fugia de bicicleta e ficava do lado de fora ouvindo Bomb The Bass, Hithouse, os primeiros remixes de Clivilles & Cole.

Em meados dos anos 90 comecei a tocar profissionalmente. A coisa já tinha esfriado na perifa e as festas aconteciam mais no centro e nos bairros mais ricos, o que foi uma pena. Quando o tecnobrega surgiu, a eletrônica (house, techno etc.) já não tinha mesmo muita força nos bairros mais afastados. Por isso não acho que o tecnobrega tenha tomado o lugar da música eletrônica.

Respeito muito às aparelhagens, os artistas e todos os envolvidos com o (tecno) brega. Tenho orgulho de saber que na minha terra um movimento popular apertou o foda-se para as grandes gravadoras e prosperou mundialmente, tenho orgulho de ligar a TV e ver uma artista formidável como a Gaby Amarantos em todo lugar. Só que o som que eu ouço, toco e faço é diferente: nem melhor, nem pior do que o tecnobrega ou qualquer outro.

3 – Quais eram seus heróis de ontem e de sempre? Tem alguém que você adoraria dividir a cabine algum dia?

Larry Levan, um cara que nem era muito técnico, mas tocava com o coração e emocionava. Outro revolucionário e herói é David Mancuso e, como esse ainda está entre nós, adoraria tocar com ele do jeito que ele fazia no Loft: em um equipamento perfeito, todas as músicas do começo ao fim, no pitch zero e sem mixar, uma das maiores reverências que um DJ pode fazer à música que toca.

4 – Você toca em duas noites em que o foco principal ainda é a música, coisa que raramente vimos rolando na cena noturna de uns anos pra cá. Ainda há um “foco de resistência”?

Sem dúvida. É uma das coisas mais gratificantes ver gente nas minhas residências cantando músicas que não tocam no rádio, perguntando nomes de faixas, voltando nas próximas festas. Gente que aparece por acaso e fica até o fim da noite. Essa é a minha maior motivação para continuar.

5 – Conte um pouco sobre o Boogie Central.

Boogie Central é um projeto meu com o amigo Érico Theobaldo, um multi-instrumentista, produtor e DJ talentosíssimo. Nosso primeiro lançamento foi um remix para o Faze Action em 2010, e depois saiu um remix nosso para a banda dele, Telepathique. Estamos com uma faixa autoral pronta, Kawah, que já ando tocando, e uma outra quase pronta. Os planos para 2012 são de lançar essas duas faixas, fazer outras e começar um live.

Fazer música com o Érico é uma experiência incrível. Tenho ideias, mas jamais conseguiria colocá-las em prática sem a experiência e as ideias dele, um cara extremamente humilde e aberto às minhas opiniões. O que eu aprendo com ele a cada sessão de estúdio é incomensurável.

6 – Aonde podemos te ouvir logo mais?

Atualmente estou com três residências: Boogie Nights, as sextas no Caos (onde toco uma vez por mês e onde também são residentes Magal e Renato Cohen ), Poperô, no Bar do Netão (onde faço long sets com Renato Cohen, um sábado por mês) e Ursound (quinzenalmente, na pistinha underground). Espero vocês (e você também, amigo Bezzi) por lá! =)

Gang of 5 no D-edge (02/12) a última de 2011

Sexta (02/12) , a Gang of 5 invade pela terceira vez a pista do conceituado D-edge e como de costume, eu, Bispo, Hisato, Edu Corelli e Luís Depeche tocamos sets com influência de house e disco. Como de costume, nossos convidados especiais são o duo carioca Glocal, praticamente membros honorários de nosso coletivo.

Também será comemorado meu aniversário e o do Lennox Hortale. Compareçam e visitem nosso grupo no FB. Sevocê for de fora de SP e estiver por aqui pro Ultra Music Festival, passe na Freak Chicpara fazer o esquenta. Toco da 01h15 às 02h15.

Lista: gangof5party@gmail.com

+INFOS

EVENTO