Top 3 Morrissey

Neste domingo (11/03) , o “dândi mor” da cena britânica chega a São Paulo para finalizar sua mini-tour pelo Brasil. Morrissey na minha modesta opinião foi dos poucos artistas que souberam envelhecer com dignidade. Além de transformar sua imagem e som em algo atemporal.

Meu primeiro contato com a sua figura foi no programa “Vídeo Show” em 1985, quando era transmitido aos domingos. Surge na tela uma matéria sobre as três bandas sensações do momento. No caso, The Cure, Echo & The Bunnymen…e The Smiths. Lembro de ter achado aquilo tudo muito estranho e fora dos padrões do que eu achava legal num grupo de rock. Naquele período, o Van Halen pra mim era a melhor coisa do mundo.

A imagem do clipe de “The Boy with The Thorn in His Side” marcou aquele dia. Na hora não havia gostado, tinha preferido a banda de Mr. Ian  Mcculloch. Talvez por ter achado eles menos afetados e com cortes de cabelos mais legais. Com o passar dos anos, fui ouvindo a obra dos Smiths e procurando saber o que significavam suas letras. Com o fim da minha infância, muitas das coisas cantadas por Stephen Patrick Morrissey faziam sentido para este que vos escreve.

Lembro também de ler na extinta revista Bizz, uma nota sobre o fim da banda e pouco tempo depois, saber que seu vocalista estava com um ótimo trabalho solo. No ano 2000, veio fazer um show no país. Infelizmente os ingressos se esgotaram e eu não pude assistir. Após uma década, finalmente terei a chance de vê-lo ao vivo.

Aproveitando, selecionei três faixas que nunca saíram de meu playlist pessoal.