Entrevista de natal com os Detetives

Na última entrevista de 2011, contamos com a presença de um nome de responsa no meio independente. Com faixas cantadas em portunhol, performances incendiárias e três trabalhos lançados, o Detetives  ainda tem disposição para correr atrás de turnês locais, interesatduais e uma visita a nossos vizinhos do Uruguay, Argentina e Chile continuam em seus planos.

Seu último “Mondo Dificille“, saiu em 2010 e é uma homenagem aos tempos áureos do garage rock, surf music e Neil Young. Sim, o músico canadense ganhou uma faixa com seu nome. Com a chegada do natal, conversei com Fernando Papassoni, o último (e talvez definitivo) baixista do trio.

1 – Do início até os dias de hoje, o quê mudou nos Detetives?

Eu entrei na banda. E acho que sou o único a agüentar esse malas há mais de 3 anos (risos).  Na verdade, amo esses caras.

2 – Além do Detetives, vocês dividem o tempo com outros projetos. Quais são eles?

Em comum dos 3 é o “Long Necks”,  que conta também com um velho amigo meu nos teclados, queridão Serginho Pollice, onde a gente toca clássicos do Back Beat, anos 60 e surf music. E o Ale faz guitarra na minha outra banda de clássicos do rock, o Stooge e Os Cachorros. Também divido com o Clayton, o trabalho solo de Marcelo Gross da Cachorro Grande que deve pintar por ai em 2012.

3 – Que bandas novas vocês apostam para 2012?

Não tem nenhuma banda que me emociona neste momento. O Cidadão Instigado deve lançar disco novo. Aposto neles e no solo do Gross.

4 – Qual a canção favorita de natal pra vocês?

“Happy Xmas (War is Over)” do John Lennon.

5 – Planos para mais shows em breve?

Nos clubes daqui de Sampa com certeza iremos nos apresentar. Desde que paguem o cachê!

6- Para quem vocês mandariam um cartão de natal?

Pro China, afinal ele parece ser umas das poucas pessoas sensatas do independente.

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