
Durante meus 31 anos de vida já vi de tudo, mas para esse causo do padre voador tenho que tirar o chapéu. O padre Adelir de Carli pensou que a proteção divina bastaria para derrotar as forças da natureza.
Ele queria quebrar o recorde de vôo, mas só conseguiu quebrar o recorde da idiotice. Acho que o Guiness deveria reconhecer os esforços do padre louco e criar uma nova classificação para encaixá-lo… mas se não for possível, o jeito mesmo vai ser entrar para a turma do Balão Mágico. Pelo menos o desfecho da história dele foi mais poética, o padre Adelir foi parar no fundo do mar… e não no limbo como a Simony!
BEZZI
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